Bom, não estou a gastar meus ricos miolos para criticar viralmente o povo do galinho cantante, mas para mostrar que nem tudo está pertido para os caros chegados do escargot.
Sou gordo e orgulhoso da minha bela barriga, apesar de precisar perder kilos para o dia do casório. A comida é tão especial quanto respirar e a cada dia gosto mais e mais de cozinhar e apreciar boas bebidas feita de café. Amora e eu, em algum momento de nossa parceria, queremos abrir um café e fazer brotar dinheiro de algo que temos muito prazer em fazer de graça. É costume, sempre que possível, visitarmos restaurantes, lermos livros de gastronomia e, porque não, assistir programas de TV/filmes sobre o maravilhoso mundo da gastronomia.
Hoje, dia 05.12.09, degustamos Julie & Julia e estamos cheios de vigor para continuar investindo em nossos sonhos comestíveis e bebiveis.
Se ainda não assistiu a este filme, pare de ler este post e procure uma sala de cinema onde tal filme esteja em cartaz.
Já foi? Ainda não?! Então vai agora ué...
Já foi? Que bom! Então continue lendo...
Amamos interagir com estas duas mulheres e perceber como a comida lhes trouxe felicidade sem lhes trazer quilos a mais. Nos deu vontade de provar de alguns pratos, nos encontramos em algumas perspectivas do casamento e nos apaixonamos pelo pode sedativo, terapêutico e amizativo do cozinhar.
Num foi que até senti uma vontade estranha de comer comida francesa? Tá, ainda não quero comer coisas com pato, lesma e em pouca quantidade, mas já estou pronto a degustar alguns pratos.
Ficamos, bom eu fiquei, muito ansiosos, ansiosos, com o fazer a lista de presentes. Sabemos, sei, que não posso montar a lista antes de 60 dias para o casório e que não posso escolher os lugares mais caros, apesar da vontade natural e honesta de ter tudo do bom e do melhor. Por favor não se sintam pressionados, seremos democráticos e acessíveis. No entanto, que me engulam os críticos, tenho sonhado, quase que uma vez por mês, pelas panelas da La Cuisine. Foi ver no filme pra ficar com inveja das moças.
Se você chegou até aqui é um herói, digno de recompensa. Por isso, apesar do individualismo inerente, vou falar de outra coisa - do poder terapêutico de cozinhar.
Num é bom cozinhar e desenvolver uma conversa com amigos, parentes e amores? Preenche os tempos em silêncio de uma conversa normal e você ainda sai de pessoa legal... muito legal!
Michelle Lewis, digo, Huegel, quando tiver posse de um tempo livre dos marrons e amarelos do Cai chame o Josh e assistam a esse filme. Você vai ver algo que é a sua cara!
A noite já não é tão convidativa assim... vou-me para junto de Morfeu.
Churumelas (e Amora... no apoio moral e companhia de filme).
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